Perguntas frequentes
Antes de você perguntar.
As dúvidas mais comuns sobre energia solar, baterias, regras do setor e carro elétrico, respondidas pelo engenheiro.
A energia solar funciona em dias nublados ou de chuva?
Sim. Os painéis continuam gerando com luz difusa, só que menos. O sistema é dimensionado pela média de geração do ano inteiro, então os dias de sol compensam os nublados.
Quanto tempo duram os painéis solares?
Os painéis têm vida útil de 25 anos ou mais, com garantia de desempenho dos fabricantes nesse período. O inversor costuma durar de 10 a 15 anos e pode precisar de troca ao longo da vida do sistema.
Energia solar precisa de manutenção?
Pouca. Limpeza dos painéis de tempos em tempos e uma checagem do sistema. A geração pode ser acompanhada pelo aplicativo do inversor, e a Eckos acompanha o sistema depois da instalação.
Meu telhado serve para energia solar?
Telhado cerâmico, de fibrocimento, metálico e laje recebem painéis com a estrutura certa. A orientação e o sombreamento influenciam a geração. Se o telhado não ajudar, dá para instalar no chão. O engenheiro avalia tudo na visita técnica.
Quando falta luz na rua, a energia solar continua funcionando?
No sistema on-grid comum, não: por segurança, o inversor desliga quando a rede cai. Para ter energia durante a queda, o caminho é o sistema híbrido, com baterias.
Quanto custa um sistema de energia solar?
Depende do consumo, do tipo de telhado e dos equipamentos. O valor sai do dimensionamento feito a partir da sua conta de luz. Use o simulador da página inicial para uma primeira estimativa e peça o cálculo do engenheiro.
Em quanto tempo o sistema se paga?
Em média, de 2 a 4 anos para residências na nossa região, dependendo do consumo, da tarifa e do valor investido. O estudo da Eckos mostra o retorno calculado para o seu caso.
Dá para financiar a energia solar?
Sim. Bancos e financeiras têm linhas próprias para energia solar, para pessoa física e para empresa. Em muitos casos a parcela fica perto do valor que você deixa de pagar na conta de luz.
A conta de luz zera com energia solar?
Não. Continua existindo o custo de disponibilidade (taxa mínima da distribuidora, que varia conforme a ligação ser monofásica, bifásica ou trifásica) e, para sistemas novos, uma parte do uso da rede (Fio B). A economia, ainda assim, costuma ser grande.
O que a Lei 14.300 mudou na energia solar?
A Lei 14.300, de 2022, é o marco legal da geração própria. Quem pediu ligação a partir de 2023 paga, aos poucos, uma parte do uso da rede (o Fio B) sobre a energia que injeta: 60% desse valor em 2026, 75% em 2027 e 90% em 2028. A energia solar continua valendo a pena, e o projeto já é calculado com essa regra.
O que acontece com a energia que sobra?
Ela vai para a rede e vira crédito em kWh na conta de luz. Os créditos podem ser usados nos meses seguintes, valem por 60 meses e podem abater o consumo de outros imóveis no mesmo CPF ou CNPJ, na mesma distribuidora.
Quem faz a homologação com a distribuidora?
A Eckos cuida de toda a papelada: projeto, ART, pedido de conexão e vistoria, até a liberação do sistema. Os prazos seguem as regras da ANEEL e o cronograma completo vem no orçamento.
Para que serve uma bateria se eu já tenho energia solar?
Para guardar a energia do dia e usar à noite, e para manter a casa ou a empresa funcionando quando a rede cai. Com as mudanças da Lei 14.300, usar a própria energia vale cada vez mais.
Dá para instalar bateria sem ter energia solar?
Sim. A bateria pode carregar pela rede e funcionar como backup na falta de energia ou, para empresas na média tensão, reduzir o custo no horário de ponta.
A bateria substitui o gerador a diesel?
Em muitos casos, sim. Ela assume sozinha na queda, sem barulho, sem combustível e sem ninguém precisar ligar nada. O dimensionamento parte das cargas que não podem parar.
Posso carregar o carro elétrico na tomada comum?
Não é o recomendado. A recarga exige circuito exclusivo, proteções adequadas e cabeamento dimensionado para a carga, conforme a norma ABNT NBR 17019. A instalação improvisada aquece e coloca o imóvel em risco.
Posso instalar carregador na vaga do meu condomínio?
Em São Paulo, a Lei Estadual 18.403/2026 garante esse direito, desde que a instalação seja compatível com a carga da unidade, siga as normas da distribuidora e da ABNT, seja feita por profissional habilitado com ART e que o condomínio seja avisado previamente.
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